Num futuro próximo, em uma cidade brasileira chuvosa e desigual, K, um homem de 40 anos sem memória, é acolhido por um clickworker solitário. Ao experimentar um dispositivo de IA viciante, ele inicia uma jornada trágica e absurda em busca de seu lugar no mundo.
Ana é uma empregada doméstica dedicada, considerada como “da família”. Quando sua patroa exige um bacalhau para um jantar importante, e não há nenhum em casa, a busca desesperada pelo ingrediente se torna em ansiedade, fazendo Ana chegar em seu limite.
Ao assistir a peça Imperador Jones de Eugéne O’ Neill, no Teatro Municipal de Lima, no Peru, com Hugo de D’Evieri pintado de preto, Abdias Nascimento percebeu que não havia negros protagonistas no teatro brasileiro e criou o Teatro Experimental do Negro, estreando em 1945 no Teatro Municipal do R J. A partir dessa experiência surgem nomes como Ruth de Souza, Léa Garcia, Haroldo Costa, subvertendo e modernizando a história do teatro no Brasil.
Chiara, imigrante italiana de 80 anos, decide vender o restaurante que construiu ao longo da vida para garantir um futuro melhor à filha. A partir dessa perda, ela inicia uma jornada de liberdade e recomeço, reafirmando sua autonomia na velhice.