No episódio de estreia de *Espiritismo Responde*, são explorados temas fundamentais da filosofia e prática espírita. A conversa aborda a mente do espírito e o papel do pensamento como força criadora e transformadora, destacando sua importância na evolução individual. Discute-se também o processo de individualização do espírito e a atuação dos pretos velhos dentro da espiritualidade. Entre as reflexões, são levantadas questões sobre a obrigação — ou não — de frequentar casas espíritas, o enigma do “elo perdido” na evolução, a natureza do princípio vital e, por fim, as tendências de crescimento espiritual e moral da humanidade diante dos aprendizados trazidos pela pandemia.
No segundo episódio de Espiritismo Responde, são discutidas questões práticas e reflexivas da mediunidade e da vida espiritual. Entre os temas estão os cuidados que um médium ostensivo pode adotar frente às influências de baixa vibração, a possibilidade de palestrantes obsidiados e a polêmica sobre Chico Xavier ser a reencarnação de João Evangelista ou Allan Kardec. O episódio também aborda reflexões sobre a pandemia e um suposto código deixado por Chico, além de temas delicados como aborto espontâneo, reencarnações abruptas, a permanência dos filhos abortados na família e a ausência de espíritos altamente capacitados na atualidade. Outros assuntos incluem o retorno das reuniões e tratamentos à distância, experiências de arrepios em casa, a liberdade espiritual na escolha dos detalhes da encarnação e as relações desafiadoras entre pais e filhos.
No terceiro episódio de Espiritismo Responde, o diálogo aborda temas complexos da experiência espiritual e da história humana. São discutidos o regime escravocrata e suas consequências espirituais, a desencarnação de bebês prematuros e o sofrimento de espíritos que partem antes do tempo. Também entram em pauta as manifestações de crianças em reuniões mediúnicas, a melhor forma de amparar espíritos suicidas, e a importância de Minas Gerais como “coração do Brasil”. O episódio traz ainda reflexões sobre a diferença entre morrer e desencarnar, além da aplicação da lei de causa e efeito para espíritos que causaram grandes males na Terra.
No quarto episódio de Espiritismo Responde, são debatidas reflexões centrais da doutrina espírita e de sua vivência prática. O programa aborda a rejeição histórica à comunicação entre os espíritos e a visão do espiritismo como religião profana, além da chegada de uma nova fase para os que reencarnam na Terra e a questão: “são chegados os tempos?”. Também são discutidos a bênção do esquecimento, a lembrança de vidas passadas, as colônias espirituais e o umbral. Entre as perguntas respondidas, destacam-se: a leitura de pensamentos pelos espíritos, o motivo de espíritos acompanharem encarnados, a aplicação da lei de causa e efeito na vida de Chico Xavier, e o destino do corpo de Jesus segundo a doutrina. O episódio encerra com reflexões sobre os anjos guardiões e mentores espirituais como missionários, e o papel do planejamento reencarnatório na evolução da alma.
No quinto episódio de Espiritismo Responde, os convidados abordam questões diversas da espiritualidade e do cotidiano humano à luz da doutrina espírita. Entre os temas, destacam-se a possibilidade de sentir a saída do ectoplasma, a visão espírita sobre a homossexualidade, e as reflexões sobre Joana D’Arc, sua missão e a polêmica de uma possível ligação com Judas Iscariotes segundo Chico Xavier. Também são discutidos os desafios de lidar com parentes gananciosos, o destino da alma dos animais, e o sentido da vida em situações de solidão. O episódio traz ainda orientações sobre como ajudar alguém a compreender seu dom mediúnico, o despertar para a doutrina, os avisos espirituais sobre desencarnes, a forma como as ordens divinas chegam aos espíritos benfeitores, e os médiuns de cura que passam longos períodos sem exercer sua tarefa.
No sexto episódio de Espiritismo Responde, são discutidas questões doutrinárias e reflexões sobre a evolução espiritual da humanidade. O programa aborda como estudar o espiritismo e o significado do “espinho na carne” citado por Paulo de Tarso. Também entram em pauta o futuro das civilizações primitivas, a regeneração da Terra e sua relação com a população atual, além de temas polêmicos como os atos de Moisés e os assassinatos em massa. Outros tópicos incluem a fidelidade dos relatos dos apóstolos, a tranquilidade em certas encarnações como sinal de acertos do passado, a atração dos opostos, a visão espírita sobre a promiscuidade na homossexualidade, os médiuns de efeitos físicos, e a vibração espiritual de Chico Xavier. O episódio ainda discute como diferenciar provas de expiações e a angústia de médiuns que não exercem sua mediunidade.
No sétimo episódio de Espiritismo Responde, são debatidos sinais do Alto na preparação do médium e as impressões perispirituais. O diálogo traz reflexões sobre a possibilidade de estarmos vivendo os “dias abreviados”, os planos de reencarnação de espíritos superiores e inferiores mencionados por André Luiz, e maneiras de abordar egoísmo e caridade com as crianças. O episódio também discute as Obras Póstumas, a adulteração de A Gênese, e a intimidade de Jesus com seus familiares. Outros temas incluem a questão da mediunidade paga e gratuita, a mente e a consciência sob a ótica espírita, os abusos sexuais diante da lei de causa e efeito, os corpos astrais e o papel do planejamento espiritual.
No oitavo episódio de Espiritismo Responde, são abordados temas profundos da doutrina, como a explicação da trindade divina e a visão espírita sobre a relação entre Maria e José. O programa discute se psicografias precisam ocorrer em centros mediúnicos, o papel da fé, as sessões mediúnicas no plano espiritual e a importância da afinidade e sintonia. Também entram em pauta a reencarnação dos espíritos adiantados, a manifestação espiritual, o perispírito de crianças abortadas e questões dolorosas como o estupro filial e infantil. Outras reflexões incluem as reticências em casas espíritas, mudanças na mediunidade, a relação dos espíritos benfeitores com Jesus no planejamento reencarnatório, o pressentimento do desencarne, e a missão e evolução de Maria. O episódio encerra trazendo considerações sobre traduções e adulterações de A Gênese e o recebimento dos documentos originais de Allan Kardec destinados a Canuto Abreu.
No nono episódio de Espiritismo Responde, o diálogo se volta para questões de ordem espiritual e prática. São discutidas a busca pela “Jerusalém espiritual” mencionada por Emmanuel, os impactos da depressão no desenvolvimento da mediunidade e a ausência de referências ao umbral nas obras de Kardec. Também entram em pauta as leis divinas inscritas na consciência, os estudos de Léon Denis sobre vidas em sexos biológicos variados e orientações para quem sente falta de energia ao cuidar de pacientes com transtornos mentais ou dependência química. O programa aborda ainda o assédio de espíritos infelizes, a presença de paixões em espíritos superiores encarnados, a desobsessão entre desencarnados, o papel do desejo central na base de uma reencarnação e o impulso maior de curar ou expandir. Outros temas incluem como buscar equilíbrio em meio ao caos, a importância do “orai e vigiai”, o sentimento de desconexão de algumas pessoas e os desafios de convivência em ambientes hostis.
No décimo episódio de Espiritismo Responde, são exploradas reflexões sobre saúde espiritual, evolução da alma e vivências no além. O programa aborda se a síndrome do pânico pode ter relação com lembranças de vidas passadas, a presença de crianças e idosos no mundo espiritual e a forma como mães podem sonhar com filhos desencarnados. Também são discutidas questões sobre o nascimento do espírito, o princípio inteligente e vital, e o intervalo entre a criação e a encarnação do homem. Outros temas incluem a condição de André Luiz como suicida indireto, a apometria nos processos obsessivos, a passagem dos espíritos pelo umbral, o estado do perispírito em situações de desintegração do corpo físico e o conceito de débitos congelados.
No décimo primeiro episódio de Espiritismo Responde, são apresentadas reflexões sobre as simbologias bíblicas sob a ótica espírita, a intenção dos autores dos evangelhos e o episódio do cego de Betsaida. O programa discute ainda a possibilidade de haver planetas no sistema solar com densidade semelhante à da Terra, a ética na política e o possível karma do Brasil nessa área. Entre as questões práticas, destacam-se as consequências espirituais do aborto, o futuro das casas espíritas com o retorno das atividades presenciais, e se as plantas geram princípios inteligentes. Também são tratados a explicação espírita para o autismo, a influência de obsessores sobre animais domésticos, o trabalho dos socorristas na espiritualidade, as previsões de pandemias e guerras após 2057 e o processo de desenlace do espírito no momento da morte.
No décimo segundo episódio de Espiritismo Responde, o debate gira em torno das enfermidades consecutivas como possíveis expiações e de técnicas para estudar e memorizar as obras básicas do espiritismo. São explorados temas como a psicopictografia e sua relação com os efeitos físicos, a escolha de qual mediunidade desenvolver quando há mais de uma, e a preocupação com a integridade territorial do Brasil no livro Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho. O episódio também aborda as esferas espirituais da Terra, a amizade de Divaldo Franco e Chico Xavier, e o mistério do Triângulo das Bermudas sob a ótica espírita. Entre outras reflexões, destacam-se o significado de “deixe brilhar a vossa luz”, a explicação espiritual da traição e da reconciliação, a possibilidade de o espírito assistir ao próprio velório, o despertar após o desencarne, a esquizofrenia vista pela doutrina e o formato das reuniões mediúnicas no tempo de Kardec em comparação às de Chico Xavier.
No décimo terceiro episódio de Espiritismo Responde, o tema central é o apóstolo João, seu evangelho e sua interpretação à luz da doutrina espírita. O diálogo aborda também Jesus como governador do planeta, a comunicação com Deus e a “Teoria da Beleza” em Obras Póstumas. São comentados os documentos inéditos de Kardec adquiridos por Canuto de Abreu, a passagem “deixai os mortos o cuidado de enterrar os seus mortos”, a existência de mundos densos semelhantes à Terra e os zumbidos no ouvido sob a ótica espiritual. O episódio ainda discute a aceitação de Roustaing entre espíritas, o desenvolvimento espiritual fora das casas espíritas, a resistência ao magnetismo, as mortes acidentais, o “bônus-hora” e métodos de estudo de O Livro dos Espíritos.
No décimo quarto episódio de Espiritismo Responde, são abordadas reflexões sobre o estado espiritual de pessoas induzidas ao suicídio e o comportamento de crianças com tendências hostis desde cedo. O programa discute o impacto emocional de profissionais que lidam com vítimas de morte violenta, a gravidade do suicídio diante da lei divina e a explicação espírita para o fenômeno de Pentecostes. Também são tratadas a escassez de obras sobre desdobramentos espirituais, a sensibilidade mediúnica, o sentido do batismo, e a trajetória dos irmãos de Chico Xavier. Outros temas incluem a evolução de Paulo de Tarso, a natureza e o propósito da mediunidade ostensiva, o sofrimento dos animais no desencarne e uma reflexão espiritual sobre as queimadas.
No décimo quinto episódio de Espiritismo Responde, o debate aborda a demência sob a ótica espírita — sua relação com a evolução do espírito, o papel da família e possíveis influências obsessivas. São discutidos ainda o poder transformador do pensamento sobre a estrutura molecular, as causas espirituais dos conflitos no Oriente Médio e a legitimidade do estudo das obras de Miramez. O episódio explora também a manifestação de espíritos encarnados, o significado das palavras de Jesus “Pai, afasta de mim este cálice”, e a percepção musical pelos espíritos. Outros temas incluem a origem espiritual de doenças graves, comunicações de Allan Kardec e Chico Xavier, o conceito de “condomínio espiritual” de Hermínio C. Miranda, as provas enfrentadas pelo Nordeste e orientações para lidar com obsessões familiares e conflitos dentro do lar.