Enquanto Marina luta contra o bloqueio criativo e a pressão do pai, Beatriz tenta manter a calma e a fé. O embate entre objetivos começa a surgir quando as frustrações se tornam mais fortes que o amor.
Uma possível seita chama a atenção de Marina, reacendendo sua ambição jornalística. Enquanto isso, Beatriz busca respostas na fé e questiona a influência de Aurora na vida da companheira.
Beatriz guarda dinheiro em segredo enquanto enfrenta pressão familiar. Marina envia uma carta ao amigo ativista e descobre novos indícios de um caso. A relação entre elas se fragiliza.
Marina descobre desaparecimentos ligados à comunidade LGBTQIA+ e se revolta. Beatriz, dividida entre o amor e a religião, busca conforto no confessionário. As tensões entre elas se aprofundam.
Em meio a um surto emocional, Marina acusa Beatriz de omissão e egoísmo. Beatriz revela seu plano de partir para os EUA, enquanto a distância emocional entre elas se torna insuportável.
Marina segue pistas de um escândalo no jornal do pai, enquanto Beatriz se afasta em silêncio. Uma carta do passado reacende dúvidas e desejos que Beatriz pensava ter enterrado.
Beatriz confronta Marina sobre seus encontros com Aurora, e a investigação revela sinais de um grupo violento contra homossexuais. O desequilíbrio entre razão e emoção racha a relação.
Beatriz recebe uma carta da ex e decide esconder a verdade. Marina encontra seu primeiro grande caso. Mas quando os sonhos de ambas colidem mais uma vez, uma escolha definitiva é feita: lutar ou partir.